Radio Evangélica

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Empresas privadas criam 1ª cidade inteligente do Brasil (idealizada para os mais pobres)

Em Croatá, distrito do município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará, está sendo construída a primeira smart city social do Brasil, uma cidade inteligente que atenderá área com forte déficit habitacional e de outros serviços. Será o primeiro protótipo real de uma cidade inteligente para população de baixa renda. Lotes residenciais custam a partir de R$ 24.300,00, que podem ser pagos em 120 vezes, corrigidos pelo INCC e, após a entrega, pelo IGPM.
A nova cidade se chama Croatá Laguna Ecopark e é uma iniciativa conjunta de duas organizações italianas, Planeta Idea e SocialFare – Centro para Inovação Social, com a StarTAU, Centro de Empreendedorismo da Universidade de Tel Aviv, que compartilham esforços para gerar impacto social e tecnológico, e outras três empresas privadas israelenses: Magos, fabricante de radares para segurança, GreenIQ​­, sistema que controla a irrigação com base na previsão do tempo, economizando até 50% de água, e Pixtier, plataforma em nuvem que fornece mapas em 3D, permitindo planejamento e gerenciamento eficientes das cidades.
Em sua primeira fase, a cidade contará com espaço residencial para 150 casas, além de um porto (que até 2025 deve ser o segundo maior do Brasil!) e áreas destinadas ao lazer, comércio, serviços públicos e indústria. Entre outros benefícios, o empreendimento terá:
– corredores verdes ao longo de toda a cidade;
– ciclovias de ponta a ponta do município;
– tratamento de águas residuais;
– aproveitamento de águas pluviais;
– coleta inteligente de resíduos;
– produção de energia solar e eólica;
– praças com equipamentos esportivos que geram energia por meio dos movimentos dos cidadãos;
– monitoramento da qualidade do ar e da água;
– redes inteligentes de eletricidade e água;
– iluminação pública inteligente;
– aplicativos para serviços de mobilidade compartilhada – como carros, motos e bikes;
– hortas compartilhadas espalhadas por toda a cidade;
– infraestrutura digital com wi-fi grátis para todos os moradores.

A tecnologia também oferecerá ajuda para desenvolver programas sociais, como cursos de prevenção médica, nutrição, alfabetização digital e hortas compartilhadas.
A ideia da smart city social insere-se em um contexto internacional que identifica, sobretudo nos países emergentes, dois fenômenos: 1) os fluxos migratórios dos campos levarão a população que vive nas cidades dos atuais 50% a um percentual de 80% nos próximos 25 anos; 2) 27% da população mundial têm menos de 15 anos. Isso quer dizer que, nos próximos anos, essas pessoas entrarão para o mercado de trabalho e precisarão de casas e serviços. “Essa tipologia de cidade nasce para gerir de forma ordenada tais fluxos com serviços inovadores”, disse Gianni Savio, diretor geral da Planet Idea, à revista Comunità Italiana.
Os seis pilares da smart city social são: planejamento urbano e organização, arquitetura além das regras tradicionais da habitação social, tecnologia dedicada, mobilidade inteligente, vida comunitária, energia limpa.


Como a escola acaba com a criatividade e com o raciocínio próprio

O verdadeiro aprendizado sempre ocorre fora da sala de aula

Em 2006, o educador e autor de livros Ken Robinson proferiu uma palestra para a TED intitulada "Será que as escolas matam a criatividade?". Com mais de 45 milhões de visualizações, esta continua sendo a palestra mais visualizada da história da TED.
A premissa de Robinson é simples: nosso atual sistema educacional acaba com a criatividade e a curiosidade naturais dos jovens ao forçá-los a se configurar dentro de um molde acadêmico unidimensional. Esse molde pode funcionar bem para alguns — principalmente, como diz ele, para aqueles que querem se tornar professores universitários.
Porém, para a maioria de nós, nossas paixões e habilidades inatas são, na melhor das hipóteses, ignoradas. Na pior, são prontamente destruídas pelo sistema educacional moderno.
Em sua palestra na TED, Robinson conclui:
Creio que nossa única esperança para o futuro é a adoção de uma nova concepção de ecologia humana, uma em que começamos a reconstituir nossa concepção da riqueza da capacidade humana. Nosso sistema educacional explorou nossas mentes como exploramos a terra: em busca de um recurso específico. E, para o futuro, isso não serve. Temos de repensar os princípios fundamentais em que baseamos a educação de nossas crianças.

Educação pela força
Robinson estava apenas ecoando as preocupações de vários educadores que acreditam que o atual modelo de escola compulsória solapa a vibrante criatividade das crianças e as obriga a suprimir seus instintos auto-educativos.
Em seu livro Livre para Aprender, o doutor Peter Gray, professor de psicologia do Boston College, mostra que todas as crianças adoram aprender e avidamente exploram o mundo ao seu redor com grande entusiasmo e dedicação. Mas tudo isso acaba quando entram na escola.
Em suas pesquisas sobre crianças que não entraram no sistema de educação em massa e foram para formas alternativas de educação, o doutor Gray descobriu que a curiosidade humana e o comprometimento para com o aprendizado se manteve até muito além do início da infância.
Esta incrível vontade de aprender e esta enorme capacidade de aprendizado não são desligadas quando a criança faz 5 ou 6 anos de idade. Nós é que as desligamos por meio de nosso coercitivo sistema de educação compulsória. A maior e mais duradoura lição trazida pelo nosso sistema escolar é que aprender é algo maçante, que deve ser evitado ao máximo possível.
Mas esta observação do doutor Gray não é nenhuma novidade. Décadas atrás, o conhecido educador e defensor do ensino doméstico (homeschooling) John Holt escreveu em seu livro — hoje best-seller — Como as Crianças Aprendem:
Queremos acreditar que estamos enviando nossas crianças para a escola para que elas aprendam a pensar. Mas o que realmente estamos fazendo é ensinando-as a pensar de maneira errada. Pior: estamos ensinando-as a abandonar uma maneira natural e poderosa de pensar e a adotar um método que não funciona para elas e o qual nós mesmos raramente usamos.
Ainda pior do que tudo isso: nós tentamos convencê-las de que, ao menos dentro da escola, ou mesmo em qualquer situação em que palavras, símbolos ou pensamento abstrato estejam envolvidos, elas simplesmente não podem pensar. Devem apenas repetir.
Por meio deste processo de educação compulsória e massificada, a curiosidade infantil e o impulso natural pelo aprendizado são continuamente substituídos por um sistema de controle social que ensina às crianças que seus interesses e observações não mais importam.
Ainda segundo o doutor Gray:
Em nome da educação, estamos cada vez mais roubando das crianças o tempo e a liberdade de que necessitam para se educarem por conta própria por meio de seus próprios métodos. Criamos um arranjo educacional no qual as crianças devem suprimir seus instintos naturais — os quais as estimulam a estar no controle do próprio aprendizado — para, em vez disso, simplesmente seguirem automaticamente métodos e caminhos criados para elas por adultos, e os quais não levam a lugar nenhum.
Criamos um sistema educacional que está literalmente enlouquecendo jovens e tornando-os incapazes de desenvolver a autoconfiança e as habilidades necessárias para as responsabilidades da vida adulta.
Sobre isso, pesquisas convincentes mostram que, quando se permite que as crianças aprendam naturalmente, sem instruções coercitivas vindas de cima para baixo, o aprendizado é mais profundo e muito mais criativo do que quando as crianças são passivamente ensinadas. A professora Alison Gopnik, da Universidade de Berkeley, Califórnia, descobriu em seus estudos com crianças de quatro anos de idade, bem como em estudos similares feitos pelo MIT, que o aprendizado direcionado a si próprio — em oposição à instrução coerciva — elevam a criatividade, a capacidade de pensar e a própria qualidade do aprendizado.
As pesquisas de Gopnik envolveram crianças novas aprendendo a como manipular um brinquedo específico, o qual emitiria determinados sons ou exibiria determinadas figuras em uma certa sequência.
Ela descobriu que, quando as crianças eram diretamente ensinadas a como usar o brinquedo, elas conseguiam replicar os resultados e rapidamente chegavam à "resposta certa" por conta própria ao apenas imitar o que a professora demonstrava. Porém, quando, em vez disso, as crianças tinham a liberdade de aprender sem qualquer instrução direta — brincar livremente com o brinquedo, explorar livremente suas características, e descobrir seus recursos por conta própria —, elas conseguiam chegar à "resposta certa" mais rapidamente (em menos etapas) do que as crianças ensinadas.
Estas crianças que fizeram o "aprendizado direcionado a si próprio" também descobriram outras partes e características do brinquedo que podiam fazer coisas interessantes — as quais as crianças ensinadas não descobriram.
Gopnik resumiu essa pesquisa em um artigo para a revista Slate dizendo:
A instrução direta talvez possa ajudar as crianças a aprender fatos e habilidades específicas. Mas e quanto à curiosidade e à criatividade — capacidades estas que, no longo prazo, são ainda mais importantes para o aprendizado?
Ao passo que aprender com um professor pode ajudar as crianças a obter uma resposta específica mais rapidamente, tal método também faz com que elas sejam menos propensas a descobrir informações novas sobre um problema e a criar novas e inesperadas soluções.

Aprendendo, e não doutrinando
A conformidade e a submissão podem ter sido os objetivos sociais e econômicos dos arquitetos do modelo escolar compulsório criado no século XIX, feito para funcionar de cima para baixo. Mas a economia do século XXI exige criatividade e adaptação. Hoje, acima de tudo, é necessário um modelo voltado para o aprendizado, que privilegie a capacidade de raciocínio próprio e a criatividade, e não um modelo de ensino compulsório voltado para escola.
Como disse o antigo CEO da Google, Eric Schmidt, "a cada dois dias criamos o mesmo volume de informações que foi criado desde o surgimento da humanidade até 2003".
É impossível acreditar que um modelo arcaico de ensino forçado pode se adaptar às exigências de uma nova economia saturada de informações e cada vez mais voltada para a tecnologia, a qual requer agilidade, inventividade, colaboração e um contínuo compartilhamento de conhecimento. Um modelo educacional verdadeiramente transformador para o século XXI é aquele que cultiva e estimula, e não esmaga e abole, a criatividade humana.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Como os cristãos devem reagir às turbulências políticas?

Este é o tempo para que os cristãos se destaquem na multidão.
Como verdadeiros seguidores d`Aquele que é a Verdade.
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (Jo 14: 6)
Assim sendo, somos sempre conclamados e ordenados a “falar a verdade uns aos outros”.
“Eis as coisas que deveis fazer: falai verdade cada um com o seu companheiro; executai juízo de verdade e de paz nas vossas portas;” (Zc 8:16)
Como seguidores d`Aquele que é amor.
“Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é caridade.” (1 Jo 4: 8)
Assim que somos ordenados a fazê-lo “em amor”.
“Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,” (Ef 4:15)
Como seguidores do “Rei dos reis e Senhor dos senhores”.
“E na veste e na sua coxa tem escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.” (Ap 19:16)
Somos ordenados a respeitar os que estão em autoridade,
“Qual é, logo, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão?” (Rm 13: 1)
ao mesmo tempo que servimos a nossa autoridade suprema.
“Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” (At 4: 19-20)
Uma carta do segundo século de um autor desconhecido a uma pessoa chamada Diognetus descreve como os primeiros cristãos distinguiam-se de sua cultura:
“Os cristãos são indistinguíveis dos outros homens, seja por nacionalidade, língua ou costumes, não habitam cidades separadas, nem falam um dialeto estranho, nem seguem um modo de vida estranho … Com relação à roupa, comida, e modo de vida em geral, seguem os costumes de qualquer cidade em que vivem, seja ela grega ou estrangeira.”
“Contudo há algo extraordinário em suas vidas, eles vivem em seus próprios países como se eles estivessem apenas de passagem, eles desempenham seu papel completo como cidadãos, mas trabalham todas as deficiências de estrangeiros. Qualquer país pode ser sua pátria mas, para eles, sua pátria, qualquer que seja, é um país estrangeiro. Como os outros, casam e têm filhos, mas não os matam. Compartilham as suas refeições, mas não as suas esposas. Eles não são governados pelos desejos da carne, passam seus dias na terra, mas são cidadãos do céu. Obedientes à lei, contudo eles vivem em um nível que transcende a lei.”
“Falando em termos gerais, podemos dizer que o cristão é, para o mundo, o que a alma é para o corpo. Como a alma está presente em todas as partes do corpo, permanecendo distinta dela, assim os cristãos são encontrados em todas os cidades do mundo, mas não podem ser identificados com o mundo.”
À medida que a turbulência política continua, vamos ser pessoas cujo discurso racional, sincero e gracioso nos diferencia. O que mais importa não é o que os outros pensam de nós ou mesmo do presidente. O que mais importa é o que eles pensam de Jesus.
E o mundo julga Cristo pelos cristãos.
(Como os cristãos devem reagir às turbulências políticas? – Dr. Jim Denison – 18/05/17)
(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 280517 – – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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domingo, 28 de maio de 2017

O que vocês estão recebendo é o nosso lixo

Vejam este vídeo com atenção…
Tem o homem falando árabe, uma tradução em inglês e outra ainda em português.
Por ele você terá uma ideia aproximada da gravidade da situação. (ap. Ely Silmar Vidal)

(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 280517 – O que vocês estão recebendo é o nosso lixo – imagens da internet)
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terça-feira, 23 de maio de 2017

Macron defende "reforçar cooperação europeia" contra terrorismo

Imagem:EFE/Etienne Laurent
O presidente da França, Emmanuel Macron, mostrou nesta terça-feira o desejo de "reforçar a cooperação europeia em matéria de luta contra o terrorismo", ao assinar o livro de considerações aberto na embaixada britânica em Paris por conta do atentado em Manchester.
Em uma declaração rápida após o ato, Macron reiterou as suas "condolências" ao povo britânico e voltou a falar da vontade em aprimorar a cooperação europeia no combate aos terroristas.
Ele lembrou que amanhã um Conselho de Defesa prévio ao de ministros acontecerá em Paris, o segundo desde a sua chegada ao Palácio do Eliseu, no último dia 14. Nessa reunião, o presidente afirmou que se avançará no seu projeto de criar uma força específica para lutar contra o grupo jihadista Estado Islâmico, que reivindicou o atentado em Manchester que custou a vida de, pelo menos, 22 pessoas.
Conforme disse, seu objetivo passa por incrementar a coordenação dos serviços de inteligência do seu país e "reforçar os meios já desdobrados".
"Vamos agir com determinação conjuntamente com os nosso parceiros europeus para lutar contra o terrorismo em todo o nosso continente", enfatizou.
O presidente da França foi à embaixada acompanhado do primeiro-ministro Edouard Philippe, e do ministro de Relações Exteriores Jean-Yves Le Drian.
"Nossos inimigos terroristas atacaram de novo a nossa juventude, um local de festa, uma cidade querida, um país valente. Estamos unidos contra eles, mais solidários e determinados do que nunca", escreveu Macron.


Cicatrizes da alma

No amontoado de palavras em que se transformou a vida do sujeito, vemos uma rachadura, “cicatrizes” em formação, e por essa rachadura o que eu chamaria de as “lágrimas das cicatrizes” começam a gotejar insistentemente; exatamente esse é o ponto onde o analista colhe com seu baldinho, gota a gota, aquilo que ele realmente utilizará para saber o que verdadeiramente acontece na vida do outro… (ap. Ely Silmar Vidal)

Estou atendendo, caso haja interesse de tua parte em um atendimento psicanalítico, por favor, faça contato comigo e agendaremos um horário.
Sejam todos sempre muito bem vindos, creio que juntos poderemos fazer algo que há de colaborar para que dias melhores venham e marquem nossas vidas.

Fone: 041-99820-9599 – (TIM) e 041-99821-2381 (WhatsApp)
(Ely Silmar Vidal – psicanalista – CIP: 0001-12-PF-BR)

Visite, conheça nosso trabalho, participe e divulgue http://www.conipsi.com.br

domingo, 21 de maio de 2017

Trump pede expulsão de extremistas islâmicos em viagem à Arábia Saudita

Imagem: Internet/Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a líderes árabes e islâmicos que combatam o “extremismo islâmico” durante um discurso neste domingo no qual fez um apelo enfático para que "expulsem" os terroristas, enquanto amenizou sua própria retórica dura sobre os muçulmanos.
Trump destacou o Irã como uma fonte-chave de financiamento e apoio a grupos militantes. Suas palavras alinharam-se com o ponto de vista de seus anfitriões da Arábia Saudita e enviaram uma mensagem difícil a Teerã no dia seguinte à vitória de Hassan Rouhani a um segundo mandato como presidente do país.
O presidente dos Estados Unidos não usou o termo "terrorismo islâmico radical", um sinal de que decidiu empregar um tom mais moderado na região depois de usar a frase repetidamente à época em que era candidato presidencial.
"O terrorismo se espalhou por todo o mundo. Mas o caminho para a paz começa aqui, neste solo antigo, nesta terra sagrada", disse Trump a líderes de dezenas de países de maioria muçulmana que representam mais de 1 bilhão de pessoas.
"Um futuro melhor só é possível se suas nações expulsarem os terroristas e expulsarem os extremistas. Retirem-os de seus lugares de peregrinação, expulsem-os de suas comunidades, expulsem-os da sua terra sagrada e retirem-os desta terra", afirmou.
O primeiro discurso de Trump no exterior proporcionou uma oportunidade de demonstrar sua força e determinação, em contraste com a luta para conter um escândalo gigantesco em casa após a saída do ex-diretor do FBI James Comey, há quase duas semanas.
Com um tom enérgico, ele deixou claro que Washington seria parceiro do Oriente Médio, mas esperava mais ação em troca.
"Ainda há muito trabalho a fazer. Isso significa enfrentar honestamente a crise do extremismo islâmico... o terror islâmico de todos os tipos", disse em seu discurso.
O discurso é parte de um esforço para restabelecer laços com o mundo islâmico após Trump ter atacado frequentemente os muçulmanos durante a campanha eleitoral no ano passado e ter tentado barrar a entrada deles aos EUA.
Lutando para conter um crescente escândalo político em casa, Trump iniciou sua primeira viagem ao exterior pela Arábia Saudita.
Trump teve uma recepção calorosa dos líderes árabes, que ignoraram sua retórica de campanha sobre muçulmanos e focaram em seu desejo de reprimir a influência do Irã na região, um compromisso que esperavam do ex-presidente Barack Obama.
Os EUA e os países do Golfo concordaram neste domingo em coordenar seus esforços contra o financiamento de grupos terroristas, um objetivo essencial para a Casa Branca.
O presidente também convocou o Conselho de Cooperação do Golfo, composto por seis países, como parte de seus esforços para conter o Irã com uma força árabe aos moldes da Otan.
Trump e os líderes estabelecerão um centro com o objetivo de reprimir a capacidade de militantes islâmicos de disseminar sua mensagem.


A Luz que elimina a escuridão

Nossa mente colabora conosco no dia a dia trazendo-nos a imagem da palavra dita, portanto ao falarmos cadeira, imediatamente nos vem à mente de nossos arcabouços interiores, uma ou variadas imagens do referido objeto, portanto teremos à vista de nossa mente algumas coisas que conhecemos por cadeira. E assim sucederá à palavra garfo, meia, chuveiro, etc…
Deus não fica distante disso, quando ouvimos essa palavra, imediatamente nos vem à mente figuras estereotipadas que nos remetem ao que nos foi inculcado como sendo a imagem do espelho mental que se iguala a Deus. Dessa forma, a grande maioria vê Deus como um velhinho de barbas brancas.
Apague então tudo o que te representa essa palavra e vamos verificar o que a palavra Deus quer dizer. Assim, teremos a Justiça, Amor, Paz, Cura, Esperança, Misericórdia, Verdade, Luz, enfim, chegaremos ao âmago de tudo que é a Vida!
Dito isso passamos a ver Deus de outra forma. O velhinho de barbas brancas passa agora a não representar mais o Deus de que falamos. O Deus de que falamos passa agora a ter para nós outras faces, que até então conhecemos, mas não associamos corretamente, às vezes até mesmo por puro preconceito.
Verificamos que são equivocados todos os conceitos, através dos quais lutamos para manter, como sendo então a personificação do que verdadeiramente nos parece querer significar a palavra Deus. Entendemos aqui, porque Deus, em conversa com Abraão, se auto denomina “Eu Sou”.
O objetivo desse intróito é apenas nos remeter ao debate do que representa verdadeiramente Deus.
Aos ateus, Deus e nada é a mesma coisa, no entanto ele crê na Ética, e nos valores adjacentes. Embora isso não seja o alvo desta conversa, vemos que o ateu comunga da necessidade dos mesmos princípios e valores.
E justamente a falta desses princípios e valores, e o conhecimento disso que trago como sendo Deus, é que está levando o nosso País à bancarrota, prova disso, que todos que estamos aqui, estamos com os mesmos objetivos, que acima nominei, como sendo Deus (Justiça, Amor, etc…)
Posso dizer claramente, tudo isso foi aviltado por cada um de nós, e cada um de nós temos nossa parcela de culpa em tudo isso que está acontecendo, e por isso agora é que estamos sendo usados como os propulsores para a volta da normalidade em nosso País.
Quando um dia furamos uma fila, ou enganamos a alguém, enfim, das mais diversas formas, fraudamos o princípio do que é puro, santo e sagrado e por isso somos penalizados. Trata-se exatamente da lei da ação e reação.
Por esse motivo ressalto aqui a necessidade de lutarmos para que todos nós respeitemos e cumpramos com nossos deveres, para reafirmar como diz o nosso amado dr. Hamilton “cumprindo nossos deveres, estaremos garantindo os direitos do outro”, e assim sucessivamente. Cada um de nós torna-se a garantia do direito do outro ao cumprir com seus deveres. Sem o dever cumprido não há direito a ser requisitado.
E encerrando, então, vemos a necessidade de nos voltarmos àquilo que nos é caro, para que então nossa terra seja sarada e curada e lavada e remida pelo Sangue do Cordeiro, e para que assim possamos vir a usufruir das benesses de viver bem e em harmonia com o todo.
Desejo a todos a Paz que excede a todo entendimento e que assim possamos seguir em frente, nos rumos da verdadeira harmonia que é o Eterno “YHVH”, ou o autodenominado “Eu Sou”.
Que Ele abençoe a cada um de nós, no nome Santo de Jesus, que é o Cristo de Nazaré, que confirmou na carne e no sangue, tudo o que está escrito, a fim de que tivessemos a revelação de que, Ele, Cristo, no princípio era o Verbo, a Palavra, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus e continua desde sempre e para sempre, amém e amém!

(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 180513 – A Luz que elimina a escuridão – imagens da internet)
Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.
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domingo, 30 de abril de 2017

Venezuela completa um mês de protestos nas ruas

Nuvens de gás lacrimogêneo, chuva de pedras e lojas saqueadas: a Venezuela completa na segunda-feira um mês de agitação marcado por grandes protestos contra o presidente Nicolás Maduro, que motivaram uma oferta renovada de mediação do papa Francisco.
Vinte e oito pessoas morreram e centenas ficaram feridas desde 1º de abril em incidentes violentos vinculados às manifestações, pelos quais o governo e a oposição se acusam mutuamente.
O governo negou neste sábado que a causa da morte de um jovem de 20 anos, na quarta-feira passada, durante protesto contra Maduro em Caracas tenha sido causada pelo impacto de uma bomba de gás lacrimogêneo, disparada por militares, como denuncia a oposição.
Frente à tensão crescente, o papa Francisco declarou neste sábado que o Vaticano está disposto a ajudar, mas com "condições muito claras".
O pontífice lembrou o fracassado processo de diálogo realizado em outubro passado, com o acompanhamento da Santa Sé, que a oposição abandonou em dezembro, acusando o chavismo de descumprir acordos.
"Não deu certo porque as propostas não eram aceitas ou se diluíam. Era um sim, sim, mas não, não", disse Francisco no avião papal, em viagem de volta a Roma após visita ao Egito.
A oposição descarta retomar as conversas, embora Maduro tenha insistido em voltar à mesa nos últimos dias.
As manifestações ocorrem em uma situação muito complexa. O país com as maiores reservas petrolíferas do mundo sofre uma severa escassez de alimentos e remédios, e com uma inflação, a mais alta do mundo, que o FMI estima em 720% para 2017.
"Quero que o meu país se livre desta 'ditadura'. Queremos comida, remédios, segurança", resumiu à AFP a cabeleireira Yoleida Viloria, de 42 anos, que mora no bairro popular Petare (leste de Caracas) e vai a todos os protestos.
Maduro diz que seus adversários fazem "terrorismo" para provocar um golpe de Estado e uma intervenção estrangeira. A oposição acusa o governo de reprimir violentamente as manifestações.
A queda de braço complica as relações internacionais da Venezuela, que na sexta-feira iniciou sua retirada da Organização dos Estados Americanos (OEA), acusando-a de apoiar essa "intervenção". Na terça-feira, buscará apoio em uma reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) em El Salvador.
"Um poço sem fundo"
Os protestos começaram depois que o Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) assumiu no fim de março as funções da Assembleia Nacional, único dos poderes controlado pela oposição. Embora o Tribunal tenha voltado atrás com a decisão devido à forte pressão internacional, a centelha foi acesa.
Para lembrar o primeiro mês de manifestações, no 1º de maio, dia que sempre foi marcado por grandes manifestações chavistas, os opositores desafiarão o governo com grandes manifestações rumo às sedes do TSJ e o Conselho Nacional Eleitoral em todo o país.
"Resta no 1º de maio demonstrar que, depois de um mês de resistência, agora é que restam forças", desafiou neste sábado Freddy Guevara, vice-presidente do Parlamento.
A pressão não diminui. Um grupo de estudantes iniciou neste sábado uma vigília que terminará na madrugada de domingo em homenagem aos mortos, com velas e flores, em uma praça de Chacao, considerado um reduto da oposição em Caracas.
"Eleições já" é o slogan dos protestos, mas os opositores também exigem respeito à autonomia do Parlamento, a libertação de ativistas presos e um canal humanitário que alivie a grave escassez.
Maduro, cuja gestão é rejeitada por sete em cada dez venezuelanos, de acordo com pesquisas, pediu diálogo e diz que deseja eleições, embora esteja se referindo às de governadores que deveriam ter sido realizadas em 2016 e descartando uma antecipação das presidenciais de dezembro de 2018.
"É um poço sem fundo. Sem eleições, o que viria é a desgraça que muitos países viveram (...) O destino deste país, se a marcha em que está não for detida, é a violência e o caos", assegurou à AFP o analista Carlos Raúl Hernández.

"Tudo está conturbado"
Os protestos contínuos, que trouxeram à memória a lembrança das manifestações opositoras do começo de 2014, que deixaram 43 mortos, alteraram a vida cotidiana.
Durante as manifestações, o metrô e outros meios de transporte não funcionam, muitas lojas e escolas não abrem e algumas instituições e empresas trabalham em meio expediente.
"Tudo está conturbado. Não mando meu filho para a escola por medo de bombas de gás lacrimogêneo. Quase não trabalho porque não saio a comprar a linha que uso para costurar e buscar comida ficou mais difícil", contou à AFP Jaqueline Lalanne, de 46 anos.
Em meio à agitação política, grupos armados encapuzados têm semeado o pânico. Eles chegam em motos e às vezes em caminhonetes, após as manifestações, sobretudo à noite e de madrugada.
"Isto e terror (...) Atiram a esmo", relatou à AFP, sob a condição do anonimato, um homem de 34 anos, morador de El Valle, onde em uma única noite morreram 11 pessoas.
Não há indícios, por enquanto, de que a tensão vá diminuir. A oposição promete continuar nas ruas até obter um calendário eleitoral, enquanto Maduro pede a seus seguidores apoio "para o que vier".


domingo, 2 de abril de 2017

Professora acredita ser uma TransRacial

Vivemos num mundo onde tudo parece transitório, como bem observou Fernando Pessoa, um mundo “trans”. Nada parece ter forma fixa. Tudo parece fluído, em constante transformação. “Trans” virou sufixo constantemente usado para criar novas palavras. Temos não apenas os transexuais, mas também os transespecistas, estes são os que teoricamente transitam entre diferentes espécies. Temos o exemplo de uma jovem que acredita ser uma gata, ou o do brasileiro que alega ser um “sereio”. Há até os “transplanetários”, cujo exemplo recente é o do americano que gastou mais de R$ 150 mil para se parecer um ET. Além destes, temos agora mais uma palavra “trans” no vocabulário, os transraciais, que são os indivíduos que optam por pertencer a uma raça diferente de sua ancestralidade genética.
A questão dos transraciais foi levantada por Rachel Dolezal. Professora universitária de estudos africanos nos EUA, ela se apresentava como negra e liderava movimentos pela causa dos afrodescendentes. Com cabelos bem encaracolados e pele bronzeada, apesar dos olhos verdes, ela passava facilmente como tendo ancestralidade negra. Rachel inclusive chegou a apresentar um homem negro como sendo seu pai. Contudo, em 2015 seus verdadeiros pais vieram à mídia dizer que era tudo mentira. Rachel não tinha sangue negro. Era descendente de europeus alemães e tchecos. Fotos de sua juventude foram a público, e o que vemos é uma jovem de pele clara e lisos cabelos loiros. Revelada a verdade, a polêmica teve repercussões globais. Rachel perdeu seu emprego e seu cargo na liderança de um movimento negro. Agora ela afirma que está tendo dificuldades para voltar ao mercado de trabalho. Não é por menos, um caso assim mancha a biografia de qualquer um.
Esta semana Raquel Dolezal voltou a aparecer nos jornais. Ela diz ser uma transracial, ou seja, alguém que nasceu numa raça – no caso, a branca – mas optou ser de outra raça – a negra – porque não se identifica psicológica e socialmente como uma branca. Para Rachel o conceito de raça não é biológico, mas social. Portanto, uma pessoa pode mudar de raça ao longo da vida. O paralelo aqui com o argumento dos transexuais fica óbvio, como bem destaca a própria Rachel: “Eu acredito que a palavra transracial se tornou socialmente útil para se descrever a fluidez e a identidade racial. Eu acho a comparação útil – o gênero é compreendido, a discussão progrediu, evoluiu, as pessoas entenderam que gênero não é binário, não é nem mesmo biológico. A raça também não é um fator biológico – na verdade, a raça é ainda menos biológica do que o próprio gênero, se você pensar na história e nos nossos corpos.”
É evidente que o argumento é falho em sua origem pelo mesmo motivo que a Ideologia de Gênero é fundamentada numa mentira, ou seja, que o sexo é social, não biológico. E para sustentar uma mentira inventaram o conceito de gênero em oposição ao conceito de sexo. Mas a biologia não mente. Em cada célula do corpo o DNA prova que a diferença entre homem e mulher é fundamentada na biologia. O sujeito que nasceu homem pode depois achar que é mulher, mas isso não muda seu DNA. Alguém pode achar igualmente que é um gato, um cachorro ou até espécies imaginárias, como sereia e ET. A crença individual não muda os fatos objetivos da vida: a genética não muda por vontade do indivíduo. A realidade se impõe. A pós-modernidade, contudo, vive a brigar contra a realidade, inventando nessa batalha realidades paralelas, fictícias. Parecem odiar a realidade. Alguém pode se sentir um urso, mas isso não o fará hibernar. Alguém pode querer voar, mas isso não transformará seus braços em asas. Uma mulher pode querer ser homem, mas a pura vontade não fará seu corpo produzir esperma.
Pessoas devem ser reconhecidas por seus atos, não por sua raça ou sexo. A militância, contudo, faz com que o centro de gravidade da vida se volte para o sexo e para a raça. Isto é que faz a militância feminista, a militância gay, o movimento negro e até a militância da supremacia branca. Todas essas militâncias reduzem o ser humano. Uma pessoa nasce negra ou branca, mulher ou homem. Estes não são fatores de orgulho, nem devem orientar a vida. Os negros conquistaram sua liberdade, as mulheres seus direitos. O movimento negro e o feminista, portanto, se esvaziaram. Cumpriram seu papel histórico e não são mais necessários.
O conceito de transracialismo, pensando bem, é bem menos fascista do que as políticas de cotas raciais que herdamos da era PT. Com as cotas em vestibulares e concursos, muitos brancos passaram a se declarar negros para ter acesso ao privilégio da cota. Para evitar isso, comitês foram criados para avaliar se o sujeito é mesmo negro. Temos aqui um sistema nazista. Num país tão miscigenado como definir quem é negro ou não? E um mulato, concorre à cota apenas pela sua metade negra? E sua metade branca não ganha a cota? E alguém que aparenta ser branco, mas possui um bom percentual de ancestralidade negra, ganha a cota? Muito mais simples e menos fascista é o conceito de Raquel Dolezal de transracialidade. Se o individuo se considera negro, que assim seja para questões de cota racial. Engano meu, cotas raciais, transracialidade, ideologia de gênero, feminismo e tantas outras invenções pós-modernas são baseadas em erros e mentiras, em radicalismos políticos; são frutos de um tempo que perdeu a conexão com a realidade concreta.
(Professora acredita ser uma TransRacial – Sobre o autor: Antonio Pinho é mestre, bacharel e licenciado em Letras pela UFSC, e atua como professor e escritor – 31/03/2017 – publicado pelo Instituto Liberal)
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